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Voltei a escrever. A necessidade me chama: o portão caiu. A primeira dança se foi de repente. O povo ainda está à espera de uma resposta. O novo portão, acabado de entrar em sua vida útil, resolveu se fechar de vez. Onde fica a esperança, a vontade de futuro? Milhões investidos, ganhos e usados. E o portão, onde ficará agora?
Para acabar com o processo acarretado com a porcaria, a pá caída, fez-se o produto, fez-se o portão. Mas o portão caiu e onde está a fechadura? Fechou-se em um caixão na consolação de facilmente humanizar cargas emotivamente chorosas.
O samba do humano louco não acabou. O portão se foi, a rubra tonalidade hasteou-se e estamos perdidos em uma grande confusão. Confundimos o que é inteligência e o que é esperteza. Alagados em meio à seca, sem saber o que fazer. O melhor mesmo é esperar o tempo falar enquanto nos calamos.
criado por Lucas
13:09:23